09
Set
07

Teatro Coliseu

Num domingo comum, recebo uma mensagem da Alinne, enviada para o meu celular: “e aí, doida! Tá afim de ver o pequeno príncipe no Coliseu hoje? Tenho 4 ingressos!”
Ahn? Será que li direito?
“O pequeno príncipe” é “vivido” por ninguém menos que Luana Piovani. E a entrada era de no mínimo R$ 40 (no lugar mais tosco).

 

Como estava no ensaio do grupo, mandei uma mensagem pra ela dizendo que ligaria assim que chegasse em casa. E liguei assim que cheguei em casa, literalmente. Ela explicou que a mãe dela recebeu os ingressos por trabalhar na prefeitura de Santos… e dois ingressos estavam sem dono. Detalhe maior? Camarote!
Liguei pro Gu e ele confirmou presença (claro, né?).

 

A peça iria ter início às 17h e como o Léo está motorizado, passou em casa para nos buscar.

 

Lá é simplesmente lindo. Foi uma restauração e tanto o que fizeram naquele lugar. Disseram (mas só disseram… não tenho fontes fidedignas) que nos tempos passados ali era usado para “peças pornográficas”… ou seja, uma espécie de “filmes pornôs ao vivo”. E indo lá atualmente, não tem nem como imaginar que isso realmente aconteceu.

 

Bom, subimos e entramos no camarote. Ficamos tirando fotos da luminária do camarote, da cortina do teatro, do pessoal lá embaixo… e foto de quem tirava foto da gente. Parecíamos aquelas pessoas que ficam encantadas, ao ver o mar pela primeira vez.

 

O espetáculo começou e as fotografias foram proibidas. Mas acreditem, foi lindo também. Muito bem estruturado e com efeitos sensacionais.
A Luana dá uma cara meio retardada ao príncipe… mas é engraçado. E pra idéia da peça foi extremamente válido.

 

E sem querer falar do corpo da peça, mas já falando… a parte com os trapézios foi uma boa sacada.

 

No fim da peça, a Luana leu um texto do próprio Antoine de Saint-Exupéry que fechou com chave de ouro todo o objetivo do livro (e, conseqüentemente, da peça).

 

“Cada um que passa em nossa vida, passa sozinho, pois cada pessoa é única
e nenhuma substitui outra.

Cada um que passa em nossa vida, passa sozinho, mas não vai só
nem nos deixa sós.

Leva um pouco de nós mesmos,
deixa um pouco de si mesmo.

Há os que levam muito,
mas há os que não levam nada.

Há os que deixam muito,
mas há os que não deixam nada.

Essa é a maior responsabilidade de nossa vida,
e a prova evidente que duas almas não se encontram por acaso. “

 

Muito bom!

 

Mais uma meta cumprida! _o/

 

O Pequeno Pr�ncipe

08
Set
07

Galeria do Rock

galeria_do_rock
Resultado do post espalhado no tapete da sala.

 

Em pleno feriado santista, Gu e eu arrumamos nossas mochilinhas vermelhas e partimos para o nosso primeiro mochilão.
A aventura começou às 9h45, quando pegamos o Breda com destino a SP (especificamente Jabaquara). De lá, pegamos o metrô até a estação da Sé (interligação com a linha vermelha) e depois, para a República.

 

Confesso que pra certos casos sou um tanto metódica. E comprovei isso quando chegamos na República e começamos a andar um pouco… percebi que deveria ter impresso um mapa das ruas de lá. E tive certeza ainda maior disso ao olhar pro Gu e ver a cara dele de “caramba, achei que a galeria fosse por aqui…”
Enfim, acabei entrando na onda de “deixa pra lá, a gente tá passeando!”. E se ficássemos perdidos, poderíamos escolher um dentre os vários policiais que andavam por lá para pedir informações.

 

Depois de passar por algumas barracas do estilo “aqui tem tudo”, o Gu disse que tinha se localizado e que a galeria era logo ali. Olhei a entrada e… que decepção! A “galeria” estava acabada, horrível, vazia, com gente estranha e lojas fechadas. Fora que 70% dos estabelecimentos eram de “Cabeleireiros” e os 30% eram dedicados ao Reggae.
Cadê o rock nessa história?

 

Acessamos os andares superiores e a história era a mesma do térreo. E detalhe: só a escada rolante do primeiro andar estava funcionando… para os outros andares a gente subiu como se fosse uma escada comum.
Nossa, isso foi totalmente frustrante. Antes de irmos, eu pesquisei informações sobre a galeria, vi fotos na internet e ouvi gente falando do quanto lá era maravilhoso.
Maravilhoso é… isso?

 

Saí de lá com aquela cara de… concha.

 

Continuamos andando e foi aí que o cabeção Gu percebeu que tinha se enganado. A galeria era mais adiante, a alguns metros daquela espelunca que havíamos estado minutos atrás.
Entrei até com medo de ver aquelas cabelereiras outra vez… mas ali era diferente mesmo! Tudo bem que o Gu ainda comentou que “era tão parecida com a outra que ele nem percebeu a diferença antes”. Mas isso a gente deixa em off! =)

 

Andamos por lá e poxa, gostei demais.
Lojas pra todos os gostos espalhadas nos corredores… e pessoas de todos os gostos circulando.

 

Quase fiquei doida com tanta coisa que tinha lá!
E olha que quando o Gu e eu estávamos planejando esse “Sampa Tour”, ele me disse que ir pra galeria sem grana era inviável. Mas ainda bem que comprei o que queria… só que se tivesse levado mais dinheiro, teria “torrado” de qualquer forma! xD

 

Então, eu recomendo!
Próximo feriado ou fim de semana, esqueça a faculdade, o trabalho e coisas do gênero…
visite a Galeria do Rock!

 

E sabe o que é melhor nessa história toda? Eu tenho 2 camisetas do RUFiO!
_o/

 

SENSACIONAL!

08
Ago
07

Primeiro Post!

 
Bom, com esse post podemos declarar que a lista está “valendoooooo!” =)
Algumas metas eu considero como obrigação, outras simplesmente quero cumprir e outras eu tento cumprir desde que me entendo por gente. E acho que é aí que mora a grande graça de tudo… essa diversidade de objetivos e a motivação para realização dos mesmos.

 
Espero que seja um tempo de aprendizado acima de tudo, conseguindo ou não realizar com sucesso essas 101 metas. E sei que se Deus não aprovar alguma, mesmo com esforço máximo não vou conseguir alcançá-la. Claro que também espero contar com várias pessoas (viu, gatão?), porque sozinha simplesmente não vai dar mesmo!

 
Então… “vamo que vamo!” =)




 

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